
Foi identificado que as empresas encontram-se em estágios diversos no que se refere a um código de ética, porém há preocupação com o tema.
No Brasil, a associação das empresas com algumas instituições, como o Instituto Ethos, a Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e as Federações da Indústria, em seus programas de responsabilidade social, está de alguma forma relacionada com a atitude ética das empresas. Por uma questão cultural, a atitude dos funcionários e executivos brasileiros está ligada ao exemplo dado pelo líder.
A orientação estratégica para a Responsabilidade Social Empresarial (RSE) está baseada no relacionamento das empresas com seus stakeholders, conforme citado abaixo:
- relações com o capital nos requisitos da lei: relacionada com a visão clássica de Milton Friedman: atender aos interesses dos acionistas atuando nos limites da lei. É vista sob o aspecto econômico-financeiro e o aspecto legal.
- relações com os empregados: vê a responsabilidade social como forma de atrair e reter funcionários com qualificação, promover uma boa imagem no mercado de trabalho.
- relações com fornecedores e compradores: a base é o comércio ético, seja nacional ou internacional, tanto com relação aos fornecedores éticos em suas diversas dimensões (econômica, ambiental e social), quanto com relação aos compradores, educação do consumidor ou comprador.
- prestação de contas (accountability): o foco é assegurar a transparência, comparabilidade e confiabilidade dos resultados de desempenho com indicadores ambientais, sociais e econômicos.
- relações com a comunidade – ação social empresarial, investimento social privado ou benevolência empresarial? Inovação ou marketing social ou as duas coisas.
- ambiente natural: objetiva a ecoeficiência, integrando fatores como tecnologia, recursos, processos, produtos, pessoas e sistemas de gestão.